I
Tenho o olhar distante
Mirando a palmeira solitária
Lá em cima da serra
Sozinha, como eu...
Não sinto nada
Tenho o coração frio, o pensamento distante
Nem choro, nem riso
Vivo
Estou procurando nem sei o quê
Porquê agora sou eu só
E só eu sei
Quero meus olhos assim
Mirando a palmeira
Talvez lá de cima
Ela olha pra mim
II
Aquela palmeira sou eu
Sozinha em cima da serra
Eu só
Ela parece não precisar de companhia
Nem eu
Estamos sempre crescendo sozinhos
Sina - sorte
Águas Belas
Onze de novembro de dois mil e sete
vinte e duas e trinta e cinco
Doze de novembro de dois mil e sete
zero e dez
Trinta e um! Vitória
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
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