Palavras
Para que servem as palavras?
Ditas ou escritas
Muitas vezes não valem nada
Não compreendem os sentimentos
E por vezes não são compreendidas
Apenas repetidas
São armas, de guerra ou de paz
E não expressam todo sentimento de quem a faz
São armadilhas
Teias difíceis de se soltar
São bombas
Ou flores
...
"Meu silêncio vale mais que mil palavras"
Águas Belas - Pernambuco
vinte e seis de novembro de dois mil e sete
dezessete horas
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Sonho, sonho, sonho
Sonho, sonho, sonho
E o tempo é pouco
Muitas vezes pesadelo
E acordo assustado!
Foi só sonho...
E continua tudo igual
Por sorte...
Sonho acordado, é melhor assim
Muitos planos
A estrada está esperando
Ponho o pé no chão
Porquê dormindo... não está valendo a pena.
Águas Belas - Pernambuco
vinte e um de novembro de dois mil e sete
onze horas
quarenta
E o tempo é pouco
Muitas vezes pesadelo
E acordo assustado!
Foi só sonho...
E continua tudo igual
Por sorte...
Sonho acordado, é melhor assim
Muitos planos
A estrada está esperando
Ponho o pé no chão
Porquê dormindo... não está valendo a pena.
Águas Belas - Pernambuco
vinte e um de novembro de dois mil e sete
onze horas
quarenta
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Mil poemas
Escreveria mil poemas de amor
Se eu soubesse o que é isso
Achei que eu amava
Mas descobri-me imperfeito
E quando descobriram-me
Minha palavra perdeu efeito
Escreveria mil poemas de ódio
Se eu soubesse o que é isso
Achei que eu odiava
Mas descobri-me perdão
E quando descobriram-me
Meu sentimento perdeu a razão
Escreveria mil poemas, talvez eu escreva
Serão a mistura do que sou
Pois meus sentimentos me gritam, me traem
E tudo que sinto a duras penas
Não cabem em mil poemas
Águas Belas - Pernambuco
treze de novembro de dois mil e sete
dezessete e quarenta e cinco
Se eu soubesse o que é isso
Achei que eu amava
Mas descobri-me imperfeito
E quando descobriram-me
Minha palavra perdeu efeito
Escreveria mil poemas de ódio
Se eu soubesse o que é isso
Achei que eu odiava
Mas descobri-me perdão
E quando descobriram-me
Meu sentimento perdeu a razão
Escreveria mil poemas, talvez eu escreva
Serão a mistura do que sou
Pois meus sentimentos me gritam, me traem
E tudo que sinto a duras penas
Não cabem em mil poemas
Águas Belas - Pernambuco
treze de novembro de dois mil e sete
dezessete e quarenta e cinco
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Poema de Amor (Sob encomenda)
Meu olhar perdido procura
Só se encontra no seu
Meu pensamento viaja
Está à sua procura
Minha cabeça repousa
Te encontrei
E é quando me encontro com a felicidade
E fico embriagado com seu perfume
Perco a noção do tempo
Ah se soubesses que és minha metade
Se entregaria por inteiro
E não me deixaria mais nenhum minuto só
Ao teu lado encontro paz
E por mim, o mundo pararia
No instante em que tua boca toca a minha
E meu corpo agarra o seu
És a tranquilidade que acaba minha inquietude
És a vida
E ainda faço tudo pensando em você
Meu olhar perdido procura
E continua te procurando
Procurando
Águas Belas - Pernambuco
Doze de novembro de dois mil e sete
onze e quinze
Só se encontra no seu
Meu pensamento viaja
Está à sua procura
Minha cabeça repousa
Te encontrei
E é quando me encontro com a felicidade
E fico embriagado com seu perfume
Perco a noção do tempo
Ah se soubesses que és minha metade
Se entregaria por inteiro
E não me deixaria mais nenhum minuto só
Ao teu lado encontro paz
E por mim, o mundo pararia
No instante em que tua boca toca a minha
E meu corpo agarra o seu
És a tranquilidade que acaba minha inquietude
És a vida
E ainda faço tudo pensando em você
Meu olhar perdido procura
E continua te procurando
Procurando
Águas Belas - Pernambuco
Doze de novembro de dois mil e sete
onze e quinze
Palmeira
I
Tenho o olhar distante
Mirando a palmeira solitária
Lá em cima da serra
Sozinha, como eu...
Não sinto nada
Tenho o coração frio, o pensamento distante
Nem choro, nem riso
Vivo
Estou procurando nem sei o quê
Porquê agora sou eu só
E só eu sei
Quero meus olhos assim
Mirando a palmeira
Talvez lá de cima
Ela olha pra mim
II
Aquela palmeira sou eu
Sozinha em cima da serra
Eu só
Ela parece não precisar de companhia
Nem eu
Estamos sempre crescendo sozinhos
Sina - sorte
Águas Belas
Onze de novembro de dois mil e sete
vinte e duas e trinta e cinco
Doze de novembro de dois mil e sete
zero e dez
Trinta e um! Vitória
Tenho o olhar distante
Mirando a palmeira solitária
Lá em cima da serra
Sozinha, como eu...
Não sinto nada
Tenho o coração frio, o pensamento distante
Nem choro, nem riso
Vivo
Estou procurando nem sei o quê
Porquê agora sou eu só
E só eu sei
Quero meus olhos assim
Mirando a palmeira
Talvez lá de cima
Ela olha pra mim
II
Aquela palmeira sou eu
Sozinha em cima da serra
Eu só
Ela parece não precisar de companhia
Nem eu
Estamos sempre crescendo sozinhos
Sina - sorte
Águas Belas
Onze de novembro de dois mil e sete
vinte e duas e trinta e cinco
Doze de novembro de dois mil e sete
zero e dez
Trinta e um! Vitória
José Tom Zé
José
Eu sou o Tom Zé
De alguns outros dois Josés
Vão passar dez anos
Mas ainda vai aparecer um Zé Tom
Que me fará Tom Zé
Ah se todos os olhos se voltassem para a gente...
Ei ei eiiiiiiiiiii
Aguas Belas - Pernambuco
Onze de novembro de dois mil e sete
Uma hora qualquer da manhã
Com o José
Eu sou o Tom Zé
De alguns outros dois Josés
Vão passar dez anos
Mas ainda vai aparecer um Zé Tom
Que me fará Tom Zé
Ah se todos os olhos se voltassem para a gente...
Ei ei eiiiiiiiiiii
Aguas Belas - Pernambuco
Onze de novembro de dois mil e sete
Uma hora qualquer da manhã
Com o José
Madrugada
Também quero me esgoelar com galos
É madrugada
Que horas? Sei lá...
Eles cantam meu riso
Eles cantam
Eu também
Águas Belas - Pernambuco
09 ou 10 de novembro de dois mil e sete
É madrugada
Que horas? Sei lá...
Eles cantam meu riso
Eles cantam
Eu também
Águas Belas - Pernambuco
09 ou 10 de novembro de dois mil e sete
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Felicidade
Ah! Quem sabe o que é felicidade?
Eu sei o que é felicidade!
Já perdi e estou ganhando
Já morri e estou vivo
Sinto por quem não sabe o que é felicidade...
Não procuro mais guerra, só quero paz
Estou feliz
Foda-se quem me quer infeliz!
Eu sei o que é felicidade
Já morri...
E estou vivo!!!
Muito vivo!!!
Feliz da vida!
Águas Belas - Pernambuco
nove de novembro de dois mil e sete
vinte e cinquenta e cinco
Eu sei o que é felicidade!
Já perdi e estou ganhando
Já morri e estou vivo
Sinto por quem não sabe o que é felicidade...
Não procuro mais guerra, só quero paz
Estou feliz
Foda-se quem me quer infeliz!
Eu sei o que é felicidade
Já morri...
E estou vivo!!!
Muito vivo!!!
Feliz da vida!
Águas Belas - Pernambuco
nove de novembro de dois mil e sete
vinte e cinquenta e cinco
Coragem
Não me falta mais coragem
Aprendo a encarar a vida
Já menti, já omiti
Já fui vício, solidão
Já fui todo seu e de ninguém
Já fui só meu
Já vivi, já morri
Estou vivo
Muito vivo
Procurando... procurando...
Descobri!
Sou parte!
Quem ou o quê é a outra?
Coragem!
Sou coragem!
E vida, não te abandono nunca mais!
(Já acordei)
Águas Belas - Pernanbuco
nove de novembro de dois mil e sete
doze e cinquenta e cinco
Aprendo a encarar a vida
Já menti, já omiti
Já fui vício, solidão
Já fui todo seu e de ninguém
Já fui só meu
Já vivi, já morri
Estou vivo
Muito vivo
Procurando... procurando...
Descobri!
Sou parte!
Quem ou o quê é a outra?
Coragem!
Sou coragem!
E vida, não te abandono nunca mais!
(Já acordei)
Águas Belas - Pernanbuco
nove de novembro de dois mil e sete
doze e cinquenta e cinco
A Onça
Matei uma onça
Numa floresta escura
Para matar minha fome
Vergonha
O que eu tinha joguei num saco plástico preto
Pois quando eu tinha fome, não me trouxeram um prato de comida
Trouxeram drogas
Quando eu estava só, não me fizeram companhia
Me abandonaram
Quando eu estava triste, não me fizeram alegre
Trouxeram dúvidas
Quando eu sonhei, não me invadiram os sonhos
Me acordaram
Vergonha
A onça tinha dono e o dono não gostou
Não sabia da fome, da solidão, da tristeza
Fiquei embalado em minha rede
Com olhos fechados esperando o tempo passar
Alguém olhou por mim
Então primeiro matou minha sede
Me deu três onças para eu ter forças
E não precisei mais matar nada nem ninguém
Me alimento da vitória
Me acompanha a esperança
Me alegro de minha própria vida
Sonho os meus planos
Boa onça que me deu liberdade
Águas Belas - Pernambuco
nove de novembro de dois mil e sete
doze e quarenta e quatro
estou aqui
Numa floresta escura
Para matar minha fome
Vergonha
O que eu tinha joguei num saco plástico preto
Pois quando eu tinha fome, não me trouxeram um prato de comida
Trouxeram drogas
Quando eu estava só, não me fizeram companhia
Me abandonaram
Quando eu estava triste, não me fizeram alegre
Trouxeram dúvidas
Quando eu sonhei, não me invadiram os sonhos
Me acordaram
Vergonha
A onça tinha dono e o dono não gostou
Não sabia da fome, da solidão, da tristeza
Fiquei embalado em minha rede
Com olhos fechados esperando o tempo passar
Alguém olhou por mim
Então primeiro matou minha sede
Me deu três onças para eu ter forças
E não precisei mais matar nada nem ninguém
Me alimento da vitória
Me acompanha a esperança
Me alegro de minha própria vida
Sonho os meus planos
Boa onça que me deu liberdade
Águas Belas - Pernambuco
nove de novembro de dois mil e sete
doze e quarenta e quatro
estou aqui
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Ocasião
Cuidado!
Um homem pode cair a qualquer instante!
O mais forte, o mais justo, o mais honesto
Um homem pode cair a qualquer instante!
Ocasião.
Cuidado.
Águas Belas - Pernambuco
cinco de novembro de dois mil e sete.
vinte e três e onze
Um homem pode cair a qualquer instante!
O mais forte, o mais justo, o mais honesto
Um homem pode cair a qualquer instante!
Ocasião.
Cuidado.
Águas Belas - Pernambuco
cinco de novembro de dois mil e sete.
vinte e três e onze
sábado, 3 de novembro de 2007
Desculpem-me!
Desculpem-me,
Mas para mim,
Agir é transformar meus pensamentos em palavra escrita
É transcrever meus sonhos e transpor o limite entre um ser e outro
É sim, sair do ócio e realizar poesia
É impedir quem quer que queira de podar-me a criatividade
Agir é não entragar-me a quem me quer incapaz
Ou quem reprima meus pensamentos
Agir é encher de felicidade o coração da minha amada
É acalentar a mãe que perdeu o filho
É procurar o amigo a quem fui relapso
É amar em silêncio
Agir é sondar a melhor maneira de crescer
É absorver toda informação possível
É transformar-me em ouvidos sem me calar
É cortar a frase quando mal pronunciada
É mudar de opnião quando necessário
Agir é fazer-me sorriso quando triste
É chorar-me quando solitário
É enxugar a lágrima do desconhecido
Agir é entrengar-me de corpo e alma mas
É cruzar os braços quando ainda não me decidi
É calar-me por vários dias quando não tenho certeza do quê sinto
Agir é saber esperar e também me desesperar
É saber reconhecer o erro e felicitar o acerto
Agir é fechar os olhos, tapar os ouvidos, calar a boca, cerrar as mãos
É respirar fundo
Agir é ficar sentado na porta da casa da minha avó
Fazendo-me poeta
Pois é o que sou
E desculpem-me,
Mais isto é concreto.
Águas Belas - Pernambuco
Dois de novembro de dois mil e sete
Vinte e três e trinta e um
22
Mas para mim,
Agir é transformar meus pensamentos em palavra escrita
É transcrever meus sonhos e transpor o limite entre um ser e outro
É sim, sair do ócio e realizar poesia
É impedir quem quer que queira de podar-me a criatividade
Agir é não entragar-me a quem me quer incapaz
Ou quem reprima meus pensamentos
Agir é encher de felicidade o coração da minha amada
É acalentar a mãe que perdeu o filho
É procurar o amigo a quem fui relapso
É amar em silêncio
Agir é sondar a melhor maneira de crescer
É absorver toda informação possível
É transformar-me em ouvidos sem me calar
É cortar a frase quando mal pronunciada
É mudar de opnião quando necessário
Agir é fazer-me sorriso quando triste
É chorar-me quando solitário
É enxugar a lágrima do desconhecido
Agir é entrengar-me de corpo e alma mas
É cruzar os braços quando ainda não me decidi
É calar-me por vários dias quando não tenho certeza do quê sinto
Agir é saber esperar e também me desesperar
É saber reconhecer o erro e felicitar o acerto
Agir é fechar os olhos, tapar os ouvidos, calar a boca, cerrar as mãos
É respirar fundo
Agir é ficar sentado na porta da casa da minha avó
Fazendo-me poeta
Pois é o que sou
E desculpem-me,
Mais isto é concreto.
Águas Belas - Pernambuco
Dois de novembro de dois mil e sete
Vinte e três e trinta e um
22
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Pé na estrada
Já vou pôr o pé na estrada
Em busca do meu caminho
Sigo agora e sempre, em frente
Não há mais o quê segure meus pensamentos
Tem um anjo que me guia
E assim vou tranquilo
Construindo nossa casa
Minha fortaleza
Seguir em frente
Estou voltando
São e salvo
Minha alma repousa
Tranquila...
Estradas...
Maceió - Alagoas
Um de novembro de dois mil e sete.
O relógio marca sete e vinte e sete
Começou. vinte e um.
Em busca do meu caminho
Sigo agora e sempre, em frente
Não há mais o quê segure meus pensamentos
Tem um anjo que me guia
E assim vou tranquilo
Construindo nossa casa
Minha fortaleza
Seguir em frente
Estou voltando
São e salvo
Minha alma repousa
Tranquila...
Estradas...
Maceió - Alagoas
Um de novembro de dois mil e sete.
O relógio marca sete e vinte e sete
Começou. vinte e um.
Assinar:
Postagens (Atom)
