sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Nem...

Agora não tem mais por acaso
Nem por engano
A consciência é quem manda
E não tem desculpa
Nem o viver manipulando
Os olhos sóbrios vigiam
O dia a dia, sou ser humano
E não estou só, e não sou
Também tenho anjo
E conto meu dia
E conto meus dias
E me encanto
Sou vida ativa, não doença
Que sabe o que está falando
E não tem mais por acaso, nem ocaso
Nem por engano, nem por desencanto
A consciência é quem manda
E ela me manda olhar nos olhos
E ela me manda olhar, serenidade...

Brasília, 05 de janeiro de 2008
zero hora e trinta e sete minutos
Nem por engano

Um comentário:

Unknown disse...

Se a crítica ainda não palpitou sobre essa, saiba que a mim encanta!