domingo, 13 de janeiro de 2008

Eu sou eu, sóbrio

Já não sou quem eu era
Descobri um novo mundo
Uma nova maneira de pensar
Já não me importa o que eu perco
Vale mais se eu ganhar, o que eu ganhar
Tenha a vida, estou vivo
O resto, é presente
Nada mais importa
Só o dia de hoje
Pois amanhã, nem sei
Também nem quero saber
Eu sou eu, e eu, sou eu, sóbrio.

Brasília - Distrito Federal
três de janeiro de dois mil e oito

Um comentário:

Alexandre disse...

Sou eu(?)
Em crise de identidade
No meio
Do caminho
Para a meia idade(?)

Beleza, meu chapa?

Espero que esteja, apesar da dor da separação. À qual todos estamos sujeitos, apesar de nunca preparados.

Pêsames, desejos de melhora e abraços.

Xande.